Dois Anos de log
Submetido por themage em 2008-06-19 16:55:39
com as tags profissional pessoal aniversário pensativo critico.
Faz hoje dois anos que comecei a trabalhar na log. Dois anos durante os quais muita coisa aconteceu.
Durante esses dois anos muita coisa aconteceu dentro e fora da log.
A log é a terceira empresa em que trabalho durante 2 anos.
A primeira foi a Saber e Lazer, a empresa responsável pelo Sapo - penso que entretanto as pessoas que foram minhas colegas nessa empresa, e que ainda trabalham para o portal já trabalham para outras empresas, mas a camisola que vestem, em muitos casos continua a ser a mesma. A do Sapo. Trata-se de uma camisola que se veste com muito gosto na maior parte dos dias.
A segunda foi a Media Capital Multimédia, empresa responsável pelo portal IOL. Se no Sapo era essencialmente programador Web, no IOL era administrador de sistemas (principalmente Linux). Foi um experiência nova, e que me deu uma perspectiva diferente.
A log, não se seguindo à MCM, é a terceira empresa, em pouco mais de 10 anos de experiência profissional, a terceira empresa onde passo a marca dos 2 anos.
Ao contrário do que internamente se pensa, eu entrei na log a pensar no longo prazo. E apesar de frequentemente discordar com várias coisas, apesar dos recursos importantes que tem perdido nos últimos tempos, tem ainda muito potencial.
Não continuaria a trabalhar para a log, se amanhã me calhasse o euromilhões. Não acredito assim tanto na log.
Mas também não estou com pressa em sair. Discordando de muitas opções, compreendendo umas, achando outras inaceitáveis, em 10 anos já aprendi que essas coisas existem em todas as empresas. Não vale a pena fugir delas. Mas, claro, também não vou baixar os braços. Se não tiver poder para mais, hei-de continuar a criticar, a sugerir, a apontar.
E, claro, se tiver a possibilidade real para alterar as coisas que acho que estão mal, dedicar-me-ei a isso. Mas, se pelo contrário, me tentarem colocar em posições em que dê a aparência que poderei ter alguma influência sobre a forma como as coisas acontecem, e nenhum poder para a influênciar, hei-de ficar muito mal disposto, muito mais critico, muito mais rabugento.
Fico realmente chateado quando me atiram areia para os olhos e tentam atar-me cordas nos braços. Talvez até seja uma marioneta, mas não sou assim tão fácil de manipular.
Dois anos de log...
Durante esses dois anos muita coisa aconteceu dentro e fora da log.
A log é a terceira empresa em que trabalho durante 2 anos.
A primeira foi a Saber e Lazer, a empresa responsável pelo Sapo - penso que entretanto as pessoas que foram minhas colegas nessa empresa, e que ainda trabalham para o portal já trabalham para outras empresas, mas a camisola que vestem, em muitos casos continua a ser a mesma. A do Sapo. Trata-se de uma camisola que se veste com muito gosto na maior parte dos dias.
A segunda foi a Media Capital Multimédia, empresa responsável pelo portal IOL. Se no Sapo era essencialmente programador Web, no IOL era administrador de sistemas (principalmente Linux). Foi um experiência nova, e que me deu uma perspectiva diferente.
A log, não se seguindo à MCM, é a terceira empresa, em pouco mais de 10 anos de experiência profissional, a terceira empresa onde passo a marca dos 2 anos.
Ao contrário do que internamente se pensa, eu entrei na log a pensar no longo prazo. E apesar de frequentemente discordar com várias coisas, apesar dos recursos importantes que tem perdido nos últimos tempos, tem ainda muito potencial.
Não continuaria a trabalhar para a log, se amanhã me calhasse o euromilhões. Não acredito assim tanto na log.
Mas também não estou com pressa em sair. Discordando de muitas opções, compreendendo umas, achando outras inaceitáveis, em 10 anos já aprendi que essas coisas existem em todas as empresas. Não vale a pena fugir delas. Mas, claro, também não vou baixar os braços. Se não tiver poder para mais, hei-de continuar a criticar, a sugerir, a apontar.
E, claro, se tiver a possibilidade real para alterar as coisas que acho que estão mal, dedicar-me-ei a isso. Mas, se pelo contrário, me tentarem colocar em posições em que dê a aparência que poderei ter alguma influência sobre a forma como as coisas acontecem, e nenhum poder para a influênciar, hei-de ficar muito mal disposto, muito mais critico, muito mais rabugento.
Fico realmente chateado quando me atiram areia para os olhos e tentam atar-me cordas nos braços. Talvez até seja uma marioneta, mas não sou assim tão fácil de manipular.
Dois anos de log...


